Leonardo Fróes

Leonardo Fróes (1941) é poeta, tradutor profissional, jornalista e crítico literário. Foi redator do Jornal do Brasil,  de O Globo e da enciclopédia Britannica. Viveu em Nova York e na Europa. Na poesia, estreou com  Língua franca (1968). Publicou ainda A vida em comum (1969); Esqueci de avisar que estou vivo (1973); Anjo tigrado, 1975; Sibilitz, 1981; Assim, 1986; Argumentos invisíveis, 1995, vencedor do Prêmio Jabuti de Poesia, em 1996; Um mosaico chamado a paz do fogo, 1997; Quatorze quadros redondos, 1998. Vertigens (1998) reúne sua obra poética.  Entre suas traduções literárias, em prosa, destacam-se Contos completos, de Virginia Woolf (Cosacnaify, 2005); Esquetes de Nova  Orleans, de William Faulkner (José Olympio, 2002); Panfletos satíricos, de Jonathan Swift (Topbooks, 1999); Middlemarch, de George Eliot  (Record, 1998).  Por essa última tradução, ganhou o Prêmio Paulo Rónai de Tradução em 1998. Traduz do inglês. Em Chinês com Sono Seguido de Clones do Inglês (Rocco, 2005) une poemas autorais seguidos de traduções: os “clones”. No âmbito da tradução poética, também publicou Trilogia da paixão (Rocco, 1999), de Goethe; O triunfo da vida, de Shelley (Rocco, 2000); Poemas, de D.H. Lawrence (Alhambra, 1985). Em parceria com o jornalista Eduardo Bueno, traduziu Um Parque de Diversões da Cabeça, de Lawrence Ferlinguetti (L&PM, 1984).

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